21 de ago de 2012

- Por que julgamos tanto?

Indiretas vão, indiretas vem... Basicamente é assim o dia a dia nas redes sociais, e o que mais acontece em meio a todas essas setas incontroláveis são julgamentos. Não sei se já pararam pra pensar, ou se já surgiu essa indagação na mente de vocês: “ por que julgamos  tanto?”, e foi por causa dessa curiosidade que estou escrevendo esse texto.
Então comecei a pesquisar sobre isso e achei uma visão muito interessante... Que dizia o seguinte: “A cabeça funciona assim, ela tem que organizar as informações que absorve, e faz isso de acordo com o que você já aprendeu previamente. É impossível evitar isso, simplesmente porque é como nosso cérebro processa as coisas”.
É por isso que de acordo com sua visão de mundo, de acordo com seu caráter, é que surgirão os julgamentos, por que você estará de frente com uma realidade que não foi acostumado, que seu cérebro não foi condicionado. É nessa hora que você tem que se vigiar, pois seu julgamento pode ser muito agressivo, por isso é bom antes de julgar (na verdade não seria nem apropriado julgar, mas como nosso cérebro faz isso inconscientemente, seria impossível evitar a situação, mesmo que você não expresse aquilo que pensou) sempre conhecer os dois lados da “moeda”. Lembre-se toda ação produz uma reação, e muitas vezes a ação do seu julgamento pode ser muito pior do que o ato que a resultou.
O que pode ser feito quanto a isso? Um principio não muito fácil de ser seguido, porém bastante necessário,  o de amar o próximo, pode ser a solução para todos esses casos. Primeiramente, não somos DEUS, logo se não somos DEUS, o dever de julgar não está em nossas mãos, esse não é nosso papel. Vale lembrar que ate o próprio Estado que possui o “jus puniend”, o direito de punir, segue determinados parâmetros para fazer seu julgamento. Então quem é você, ou eu, para apontarmos o dedo para alguém e dizer o que é certo e errado?
Essa fase de ensinar o que é certo e errado é obrigação dos pais, não minha e nem sua, no momento em que a criança esta formando sua personalidade, seu caráter. Não serão acusações ou conselhos que mudarão a forma de agir de determinada pessoa (não estou dizendo que conselhos não sejam bem vindos, não interpretem por esse lado) . E por isso que eu repito, a solução é AMAR, independente se a pessoa que você considera como amiga extrapolou os limites daquilo que você segue e tem como CERTO. 


Ao invés de ser o primeiro a apontar o erro, seja o primeiro a dizer que a AMA, que estará sempre por perto independente daquilo que a outra pessoa pense.

"Não julgueis, e não sereis julgados;
 não condeneis, e não sereis condenados;
 perdoai, e sereis perdoados." Lc 6:37            

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